CIRURGIA MICROGRÁFICA

INDICADO PARA TRATAMENTO DE CÂNCER DE PELE

INDICAÇÕES

CÂNCER

DE PELE

TUMORES MAL DELIMITADOS

TUMORES

GRANDES

maiores que 2cm

TUMORES JÁ

OPERADOS

ou tratados em cirurgia que voltaram a crescer

mais comuns,

como o carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular, principalmente com as características indicadas:

mais comuns,

como o carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular, principalmente com as características indicadas:

TUMORES NÃO

REMOVIDOS COMPLETAMENTE

em uma primeira cirurgia (margens comprometidas)

COMPORTAMENTO

AGRESSIVO

basocelular infiltrativo, esclerodermiforme, micronodular ou basoescamoso/metatípico; Espinocelular menos diferenciado; dermatofibrossarcoma protuberante, tumores malignos de anexos cutâneos;

TUMORES MENOS AGRESSIVOS

 opção para tratamento com maior índice de cura e com possibilidade de produzir cicatrizes menores

 

CIRURGIA MICROGRÁFICA DE MOHS EM RELAÇÃO A CIRURGIA CONVENCIONAL. 

- Análise de praticamente todas as margens cirúrgicas

- Maior possibilidade de cura do câncer de pele

- Menor risco de recidivas

- Possibilidade de poupar tecidos sadios, removendo o mínimo de tecido saudável ao redor do tumor, o que também pode contribuir para cicatrizes menores

- O exame das margens é feito durante a cirurgia, na maioria das vezes eliminando-se a necessidade de aguardar resultados do laboratório de patologia. 

- Possibilidade de fechamento definitivo da ferida cirúrgica no mesmo dia da cirurgia.

LIMITAÇÕES

Na cirurgia convencional, retira-se uma margem de tecido ao redor da área visível do tumor. Esta é a chamada “margem de segurança”, e espera-se que todo o tumor esteja contido dentro dessa margem, o que nem sempre acontece. O tecido removido pode ser examinado imediatamente por técnica de congelação ou pode ser enviado para o laboratório de patologia, mas nas duas opções o patologista irá analisar apenas algumas áreas representativas das margens. Mesmo que o resultado seja de “margens livres de tumor”, podem existir focos tumorais em áreas não examinadas, o que pode permitir que o tumor volte a crescer (recidiva).

VANTAGENS

CIRURGIA

CONVENCIONAL

ETAPAS

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 DA CIRURGIA MICROGRÁFIA

 

ESPECIALISTA EM CIRURGIA

MICROGRÁFIA DE MOHS

O cirurgião micrográfico certificado possui treinamento para abordar a maioria dos tumores de pele, analisar as margens cirúrgicas no microscópio e realizar o fechamento das feridas cirúrgicas. 

Normalmente o cirurgião conta com o auxílio de um técnico de patologia e de profissionais de enfermagem.

Dependendo do caso, outros médicos podem ser convocados a participar da cirurgia, como outros cirurgiões micrográficos, anestesista, patologista, cirurgião plástico, oftalmologista, cirurgião de cabeça e pescoço, etc.

EQUIPE CIRÚRGICA

 

DR. GUSTAVO GUALBERTO

DERMATOLOGIA CIRÚGICA E ONCOLÓGICA

CIRURGIA MICROGRÁFICA DE MOHS

CRMMG 40639 - RQE 17316

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- Formado em Medicina pela UFMG (1998-2004).

- Especialização em dermatologia na Santa Casa de

Belo Horizonte.

- Título de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia - SBD.

- Cirurgia dermatológica oncológica no Hospital

Federal de Bonsucesso no Rio de Janeiro/RJ.

- Preceptor de Cirurgia Dermatológica da Residência

em Dermatologia da Santa Casa de Belo Horizonte.

- Cirurgião micrográfico certificado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

 

ENDEREÇO

Oncad - Rua Matias Cardoso, 129, 8º andar,

Santo Agostinho | Belo Horizonte

(31) 3022-1100  | contato@drgustavogualberto.com.br

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